Entrevista à primeira First Stop Elétrica Portuguesa

Abriu a primeira First Stop Elétrica Portuguesa, na Rua D. Estefânia nº 94 A em Lisboa.

Carlos João , o dono desta oficina, é um homem à frente do seu tempo que aposta na mobilidade elétrica, porque observa que «existe muita falta de postos de carregamento e de assistência aos elétricos», uma necessidade de mercado que é preciso colmatar.

A sua empresa está vocacionada para o mercado automóvel, para a manutenção e serviços anexados, para a assistência a frotas, e agora a aposta está em dar o salto para o mercado elétrico, que já está a mudar a própria cidade.

Foi o primeiro da rede First Stop em Portugal a apostar na sustentabilidade elétrica. Como surgiu esta iniciativa?

Existe uma falha que é preciso combater. Há muita falta de postos de carregamento de assistência aos elétricos, apesar da venda de elétricos já estar a subir e de as grandes frotas já se estarem a colocar neste mercado.

Frotas que aqui já trabalhamos, que temos cá como parceiros, como a Finlog, já se estão a adaptar a este segmento, e nós queremos dar resposta a estas mesmas necessidades. Daí termos querido colocar o ponto elétrico, para oferecermos esta assistência aos nossos clientes. Isto porque já oferecemos a parte de assistência elétrica dos pneus e manutenção, mas e depois, okay, e o carregamento? Agora está logo ali à entrada e conseguimos oferecer um pacote completo de serviços para os nossos clientes.

Como garantem que a equipa está preparada para dar resposta a esta mudança?

A minha equipa já está formada, têm todos formação em híbridos e elétricos – já estamos preparados para fazer face a esta realidade.

Como surgiu o interesse pelos veículos elétricos?

Porque está a modificar completamente a cidade de Lisboa, a Câmara, o próprio país e nós queremos crescer também dentro desse mundo.

Quando se apercebeu que tinha de se adaptar ao mercado elétrico?

Eu vou a várias conferências e além disso já estava no segmento dos camiões há bastante tempo, com autocarros e camiões elétricos, e verificamos que realmente isto já estava a ir muito mais além, adicionando as regalias em termos de mercado e da Câmara, do estacionamento, da legislação das viaturas, e das políticas desenvolvidas para o centro de Lisboa.

Nós, como um ponto First Stop em Portugal, quisemos também ser os primeiros a ter um ponto elétrico. Sabe, em Espanha isto já está muito desenvolvido, a comparar com Portugal, e nós queremos ser uns dos primeiros a contribuir para esta mudança de valores, no fundo – destacar-nos da concorrência.

Eu e a minha equipa contemplamos isto como uma base de saltar também mais alto, é mais um passo que estamos a dar, juntamente com a First Stop. Queremos inserir isto como um core de First Stop Mobility e é para crescer.

Como encontrou a evolut?

A evolut surgiu no Facebook, pela partilha de notícias nacionais e internacionais acerca de mobilidade elétrica onde pude ver como é que o mercado dos elétricos está a evoluir. Interessou-me e, obviamente, entrei em contacto – foram excepcionais desde o início.

Como aconteceu a parceria?

A abordagem consultiva da evolut realmente fez a diferença. Mais do que vender o produto houve um interesse genuíno em formar uma parceria -ver como é que vamos financiar o projeto e como o vamos potencializar. Partimos de uma base de parceria, sabendo que um não existe sem o outro, e foi isto que foi excepcional.  

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First Stop Ponto Elétrico
Ponto elétrico da First Stop

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